terça-feira, 13 de outubro de 2015

Invictus... um filme para refletir

Oi gente,

Algumas cobranças depois, eis que eu apareço rsrsrs. Desculpem o sumiço, mas estou tentando administrar a loucura dos váriossss papéis da super mulher...

Hoje eu quero escrever sobre um filme (olha que legal, é a primeira vez que vou escrever sobre isso), assisti a um filme ontem que com certeza vale a pena indicar.



“Invictus” é um filme de 2009 que, por incrível que pareça, eu ainda não tinha assistido (para quem tem acesso ele está disponível na HBO e Netflix, mas você também pode achá-lo na internet).

Resumindo o filme trata da história do presidente, Nelson Mandela (Morgan Freeman). Mesmo eleito em uma época onde a África do Sul era um país racista e economicamente desestabilizado, em decorrência do apartheid, Mandela mostra aos povos que a liderança é um exercício de amor, sabedoria e estratégias.  O presidente investe no esporte como estratégia política e como resultado, vê os primeiros passos rumo a um país mais justo e menos díspar.

Bem, você pode achar um resmuno e inúmeras críticas do filme na internet, não vou focar nisso. O foco da nossa reflexão hoje é  o amor! A liderança pelo amor.  Amor de um povo por seu país, o amor de um homem por suas convicções e seu sonho de uma nação reconstruída, o amor de um líder por sua equipe, amor de um homem pela humanidade. Principalmente, mostra que ensinar, educar, liderar... isso é um exercício de amor e sem isso, não há sucesso.

Mandela é um homem calmo, focado e sábio, determinado a liderar o país mesmo contra todas as expectativas. Pense no tamanho desse amor? Enquanto negros e brancos continuam querendo manter o muro de separação entre as raças, Mandela lidera pelo exemplo em busca do recomeço e do perdão. Para Mandela, se é possível aprender a odiar é também possível aprender a amar. Noooooossssa que exemplo FANTÁSTICO.

Se eu for listar todas as lições do filme esse post vai ficar mega longo, vou me ater no que eu entendo como as quatro maiores lições (pelo menos para mim).

Em 1998 Mandela fez um discurso em que disse: “O que vale na vida não é o simples fato de termos vivido. É a diferença que fazemos na vida de outras pessoas que irá determinar o significado da vida que levamos.” Essa sem dúvida, é uma das primeiras lições que aprendo com Mandela, a importância de fazer diferença na vida das pessoas, de não ser mais um, de ser uma lâmpada na escuridão que são os nossos dias. Sim, isso é possível, mas para isso, é preciso pensar sempre isso... como posso fazer diferença? Se foi possível diante daquele cenário extremamente negativo, imagine para você que não vive um terço dessa realidade.

Visão Sistêmica, essa é uma segunda lição que vale a pena citar, Mandela mostra que ele era capaz de ver além da sua própria raça. Ele mostra que entende a importância inclusive de seus opositores para alcançar seu objetivo, ele não conseguiria sozinho, precisava daqueles que ainda mandavam no dinheiro, no exército, etc. A capacidade de se colocar no lugar das outras pessoas, entendendo o contexto de suas vidas. Essa lição poderia mudar o mundo. O simples fato de se colocar no lugar do outro poderia mitigar inúmeros conflitos.

Coragem, essa é terceira lição. Em determinada cena do filme um grupo de líderes decide mudar as cores e o nome do time de rugby (um esporte bem confuso por sinal rs) por acreditar que ele representa a opressão sofrida pelos negros no apartheid. Mandela, contrariando todas as contra indicações recebidas, vai até o comitê e pede que a decisão seja reavaliada. Ele entende que essa não era a decisão para a proposta de um só povo, uma só raça que desejava. Essa atitude poderia ter culminado na perda do apoio da população negra (lembrando que ele já não tinha o apoio dos brancos), mas a coragem e a crença na sua estratégia o levaram a isso. Se Mandela tivesse aberto mão de suas convicções para ser político certamente o resultado da história teria sido diferente. Grandes líderes são corajosos!

A quarta lição que quero  destacar é a Liderança pelo exemplo. Não é possível alcançar êxito quando você pede aos outros aquilo que está preparado para fazer. (Uma amiga me disse isso domingo e ficou na minha cabeça... Obrigada Adri). No filme, Mandela manda chamar o capitão do time  de rugby para uma reunião (o time estava uma catástrofe mas Mandela quer inspirar aquele jovem), nesse encontro, Mandela pergunta como o capitão motiva sua equipe, o diálogo que segue mostra a importância de liderar pelo exemplo. Quando você lidera pelo exemplo inspira as pessoas sem que seja preciso dizer o que devem fazer.

A última lição que escolhi citar é a resiliência, eu sei que já falamos sobre isso, sem dúvida, se não ficou claro para você o que eu queria dizer naquele post (http://sobresersupermulher.blogspot.com.br/2015/08/um-brinde-ao-recomeco-vamos-dar-volta.html ) , com certeza vai ficar quando você assistir a esse filme. A capacidade de se levantar e dar a volta por cima sem dúvida seria uma competência atribuída a Mandela que, mesmo depois de enfrentar a prisão por quase 30 anos, dá a volta por cima, vira presidente e muda a história de um país.

O filme me trouxe muitas outras reflexões mas, essas cinco eu gostaria de compartilhar com vocês. Observe que não são reflexões para uma liderança profissional. Não é para você ser um bom líder no seu trabalho (não só), estou falando de uma liderança pelo amor, uma liderança para a vida. De fazer diferença na sua vida e na vida de alguém.

Outro dia a Laurinha me disse que queria ser igual a mim. Fiquei tão feliz de ouvir isso, e agora, depois dessa reflexão, penso que realmente quero ser mais como Mandela. Quero ter sempre em mente que posso ser invicta! Essa é a lição que quero ensinar aos meus filhos.

Super indico o filme para vocês e espero que possam ter tantos ou mais aprendizados do que eu... Espero ter te deixado com vontade de assistir, e se você já viu... convido a repetir a experiência, agora, com esse olhar...

Bjos

Re




sábado, 3 de outubro de 2015

Bolo funcional de laranja


Oi gente...

Já falei que esse não é um blog de receitas (rs), muuuito menos de dietas mas, se é um blog sobre o universo feminino, envolve até nossas experiências por uma vida melhor.

A pedido do meu grupo de mudança de vida (“Novos Contornos”) vou postar minha receita experimental (rs), fiz hoje pela primeira vez e curti muito... ainda foi aprovada pela Glendinha, que está aqui em casa e foi a primeira a provar.

Já vou publicar com as sugestões de melhoria que obtive quando provei... mas tem uma condição... quem fizer tem que me contar como ficou viu!

Vamos lá...

Ingredientes

·         02 laranjas médias
·         1 xícara de chá de óleo de canola
·         3 ovos
·         1 ½  xícaras de chá de açúcar demerara ou mascavo
·         1 xícara de chá de farinha de trigo integral
·         1 xícara de chá de aveia em flocos
·         1 pedaço pequeno (de aproximadamente 2 cm) de gengibre
·         2 colheres de sopa de fermento em pó
·         1 pitada de canela em pó

Modo de Preparo

·         Descasque e corte as duas laranja em pedaços,
·         Retire a parte branca do miolo e as sementes que estiverem aparentes,
·         Bata no liquidificador as laranjas, o óleo e as gemas,
·         Adicione o açúcar e a aveia e bata um pouco mais,
·         Em uma vasilha, misture a farinha de trigo,
·         Adicione o conteúdo do liquidificador à mistura, mexendo com colher de pau (não bater em batedeira),
·         Rale o gengibre na parte mais fininha do ralador e adicione à massa,
·         Adicione a canela e o fermento,
·         Bata as claras em neve e quando estiverem firmes adicione à maça (misture lentamente para não tirar o ar das claras, isso fará com que o bolo fique bem fofinho),
·         Leve ao forno médio por aproximadamente 35 minutos em forma untada com margarina e polvilhada com farinha de trigo.


Para as crianças, uma boa ideia é uma cobertura de leite condensado com suco de laranja (mas opte por leite condensado desnatado para ficar bem saudável).

Se desejarem, podem incluir duas colheres cheias de uva passa ou até de granola.

Eu testei a receita com a casca de 1 laranja, mas acho que ficou ácida. Quem curte aquele toque de acidez pode colocar a casca de 1 ou ½ laranja.


Para a galera do “Novos contornos” sem cobertura viu (rs).

Bjos garotas.



quinta-feira, 1 de outubro de 2015

A sensação de ser incompreendida... dá para lidar com isso???




Sabe aquela sensação de que você não consegue mostrar o que está tentando? Às vezes me sinto assim, uma “incompreendida” (rs)... E hoje, eu queria dividir com vocês um sentimento que, talvez, seja conhecido de alguns (virghe essa introdução me pareceu bem depressiva agora que li, mas afinal, esse blog não é sobre se achar invencível, é sobre ser forte reconhecendo nossas fraquezas).

Aquela sensação que vem quando parece que seus atos não se adequam ao que os outros veem, falam ou até esperam. Na verdade eu acho que isso é mais frequente nas pessoas que, como eu, se cobram muito. Porque, o mundo já te garante uma taxa bem grande de cobranças, se somadas as suas o nível pode ficar estratosférico.  Se sua régua já é alta e sobe a cada dia você corre o sério risco de se sentir incompreendida quando os outros não conseguirem sentir seus sentimentos, seus medos, suas vontades...

Mas pense comigo um instante... Por que nos sentimos assim? Afinal, se o foco deve ser estarmos satisfeitos conosco, se é importante não nos adequarmos ao mundo, mas sermos únicos sendo felizes com isso, porque esperamos tanto assim essa tal “compreensão alheia?”.

Também não me venha com essa de que você não liga para o que as pessoas pensam... Todos ligamos! A questão não é ligar, a questão é entender que nem sempre haverá unanimidade nos julgamentos, então você não precisa esperar que te aceitem como você é (e para melhorar, eu sei que existe alguém que vai me aceitar!).

Quando eu me sinto assim, me forço a refletir sobre o que exatamente eu estou esperando dos outros. Lembro-me de que minha prioridade não é ser aceito (pelo menos não neste mundo). Afinal, não há um padrão de normalidade pré-determinado. Eu quero SER FELIZ!

É claro que eu acho importante mudar, às vezes esse é o único caminho para que você alcance seus objetivos e eu tenho me esforçado muito nisso. Mas é importante saber por que você quer mudar e nunca, nunca, pode ser simplesmente por achar que é a única forma de ser aceito. É preciso ter muito cuidado para não ter a constante sensação de existir para o outro.

Ser “compreendido” nunca vai ser unanimidade. Eu me esforço em não rotular ninguém e espero que as pessoas possam fazer o mesmo comigo, mas quando não fazem, e essa sensação bate forte em mim, lembro-me que eu preciso ser madura e viver com isso, tentar mudar é uma condição importante, mas mesmo que você faça o que esperam de você, sempre haverá um algo mais. Como dizem por ai: “Falta-me um "quê" de não sei o quê”.

Para terminar, eu vou colocar aqui abaixo uma história que deve ser conhecida de muitos... a paráfrase é de Paulo Grigório, mas a história é de alguém que entende muito bem sobre aceitação.

“Todas suas vizinhas a desprezavam.
Ela podia sentir, ao caminhar pelas ruas daquele vilarejo, os olhares se desviando dela, e ouvia os comentários maliciosos que lhe faziam pelas costas.
Por isso, evitava ao máximo os contatos sociais, não participando das atividades comuns das demais mulheres, daquele lugar.
Isso lhe doía muito, e a fazia pensar: mas eu não tenho culpa, eu sou a vítima nessa história...
Eu que fui enganada, vezes após vezes, com palavras doces e meigas, porém vãs, de quem me prometia abrigo, aconchego, segurança, um nome na sociedade, o respeito público.
Não uma, mas cinco vezes...
Cinco homens me usaram, aproveitaram-se de minha ingenuidade, querendo apenas minha beleza, meu corpo. E, depois, foram embora, deixando para trás minha vida em pedaços, meu coração esmagado...
A assim, decidi: não confio mais em nenhum. E também não preciso da amizade de nenhuma mulher desta cidade. Quero, simplesmente, viver minha vida. Por isso me tornei uma pessoa um tanto quanto ríspida: antes que me ataquem, eu percebo a maldade no olhar delas, e acabo com elas com palavras duras e ferinas. Sou assim mesmo, não meço minhas falas, se machucar alguém, problema dessa pessoa por ser tão sensível. Afinal, a vida é cruel.
Atualmente, outro apareceu, da mesma maneira: voz mansa, palavras meigas, carinhoso, afirmando que é diferente dos outros.
Na verdade, ele fala o que quero ouvir, e me trata como quero ser tratada!
Será que este é diferente? Será que quer mais do que meu corpo, quer meu coração, compartilhar sua vida comigo? Ser o braço forte que tanto preciso?
Entretanto, ele está comprometido com outra mulher...
Diz que não a ama, que ela o maltrata, o despreza, e por isso, está em processo de separação.
A princípio eu não quis, mas a forma como ele me trata... por isso, cedi, e estou com ele.
E agora, mais do que nunca, sou desprezada e odiada pelas outras mulheres.                                 
Por isso prefiro andar só. Todas vão de manhã buscar água no “Poço de Jacó”, mas eu vou quando o dia está mais quente, pois sei que não vou encontrar nenhuma daquelas fofoqueiras presunçosas.
Mas, ao se aproximar do poço, ela avista alguém sentando nele: Jesus!
Certamente você já sabe de quem estou falando, nesta narrativa livre, uma verdadeira paráfrase da história contada por João em seu evangelho, capítulo 5.
Você sabe como continua a história: o diálogo que o Senhor tem com ela, não a menosprezando, mas retira camada a camada daquela “casca de proteção” que ela criou sobre si mesma. E atinge o seu coração, que se abre para a verdade de Jesus, crendo nele completamente!
Este relato nos ensina uma verdade fundamental, válida para mim e para você, nos dias atuais: Jesus, em seu tão grande amor, graça e misericórdia, se compadece de nós, e  se propõe a ter um encontro conosco, onde curará as nossas feridas d’alma, retirando-nos de dentro de nossa casca de isolamento e amargura, nos levando a um novo tempo de vida, livres de nossas prisões! O Senhor lhe diz, hoje: "Beba da água que eu tenho! Eu quero curar as suas feridas!" Mas, você precisa lhe dizer a verdade, abrir o seu coração, tirar todas as máscaras, e assim, ser completamente curado pelo Deus de amor!”.


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

O que é um sistema de crenças?

“Se você pensa que pode ou se pensa que não pode, de qualquer forma você está certo”. Henry Ford.




Você já ouviu falar do “sistema de crenças”? Bem... hoje vamos refletir um pouquinho sobre isso.

Pra começar, vamos alinhar o entendimento: segundo a Wikipédia “Um sistema de crenças reúne crenças e valores compartilhados por uma determinada cultura, que definem sistematicamente um modo de perceber o mundo social, cultural, físico e psicológico. Nossa compreensão dos valores de uma cultura e nossa aceitação ou rejeição destes valores são frequentemente baseados em nosso próprio sistema de crenças cultural”

 (hemmm????).

Traduzindo...  esse sistema nada mais é do que o repertório mental das pessoas... é o conjunto de tudo em que você acredita, e mais que isso, aquilo que você se convenceu (ou te convenceram) de que é certo, errado, possível, impossível, é você, etc.

Essas crenças são fomentadas na nossa cabeça desde a nossa infância, quando nossa mãe dizia o que tínhamos que fazer, nosso professor dizia o que não podíamos fazer, nossos colegas nos dizíamos no que não éramos bons... e na adolescência, na juventude, na vida adulta (aliás, se pensarmos direito, vamos perceber que nunca acaba, há limites contínuos na nossa mente nos convencendo de que nossos comportamentos são engessados em nossa personalidade).

Agora, o que eu quero te levar a pensar, é sobre como esse “modelo mental” pode estar te impedindo de agir.

Conheço o caso de uma pessoa incrível, que é um exemplo para mim, porém viveu momento de caos nas suas realizações pessoais pois no início da sua vida adulta alguém da família disse a ele que “nada do que ele fazia dava certo”. Pronto... pareceu só uma frase ao vento mas, deixou marcas profundas por muito tempo. Parece uma besteira mas, frases como essa ajudam a formar nossos modelos mentais ao longo da vida. Será que, em algum momento você ouviu algo que fixou-se às suas crenças e ainda influencia sua vida?

Outro dia ouvi uma mãe dizer que o filho dela era “meio burrinho” (e não venha com julgamentos vãos dizendo que esse é um modelo avesso de mãe, não é! Esse é um modelo de mãe que ouviu algo que marcou sua vida e sem perceber, está fazendo o mesmo com seu filho”). Agora me diga... se esse menino crescer ouvindo isso, será que ele vai conseguir crescer profissionalmente? Ou vai crescer achando que ele é “meio burrinho”?? A criação dos pais insere crenças e valores aos filhos (e para você mamãe, eu pergunto: que tipo de crenças e valores você vem inserindo em seus filhos?).

Essas seriam as “crenças limitantes”, que são resultados de interpretações negativas das experiências que vivemos. Então eu te pergunto, se você fizer uma retrospectiva da sua vida, será que não vai achar o motivo de hoje você achar que “NÃO CONSEGUE”? O discernimento sobre o que devemos aceitar como “verdade” definirá o limite que podemos alcançar em todas as áreas da nossa vida.

Sim... é verdade, por conta dessas coisas que passamos a acreditar, acabamos limitando nosso cérebro e parece que não podemos ir além, dai então, começa a auto sabotagem, o vitimismo, o conformismo e a desilusão.

A pessoa escuta durante toda a sua vida coisas sobre ela e essa “repetição” te faz acreditar, mas... fique sabendo... UMA MENTIRA CONTADA 100 VEZES NÃO VIRA UMA VERDADE!

Tenho certeza de que você também está no rol das pessoas que, em algum momento, parou diante de uma certeza de algo que te impedia de prosseguir. Inevitavelmente acabamos nos deparando com esses pensamentos ao longo da nossa vida, e talvez, você ache que não pode perder peso porque “sempre foi gordinha”, que você não pode ser uma médica porque “não é inteligente o bastante”, que não pode ser empresária “porque você não tem talento pra isso”, não pode pintar a própria sala “porque não tem coordenação motora”, que não vai passar em um vestibular concorrido “porque não teve a mesma qualidade de ensino que outros”, que  não pode ser mãe e profissional porque “nessa vida não se pode ter tudo”... perceba que, se você tem uma dessas crenças no seu sistema mental você, inconscientemente, criará problemas para confirmar essas crenças, você vai acabar se sabotando.

Fato: Você não pode mudar se não mudar o que está dentro de você. Então, será preciso você encontrar o que está te limitando. Conclusão: Tem cura!! (rs), isso é claro, se você desejar algo diferente. Se você desejar sair da caixinha.

Para isso, eu mesmo vou arriscar te deixar alguns conselhos (Ps. Como já falei aqui antes, esse blog é para dividirmos reflexões do universo feminino... não sou psicóloga nem terapeuta e aos meus leitores que o são, me desculpem se eu disser alguma besteira, trata-se apenas da minha reflexão sobre o tema).

1)    É preciso identificar as crenças que precisam ser corrigidas na sua mente. Faça uma reflexão sobre tudo aquilo que você pensa sobre você e suas possibilidades.
2)    Dessas “verdades”, quais você gostaria de mudar?
3)    Não aceite a ideia de que algo é muito difícil ou até impossível para você (você é uma mulher, limitação não é sua palavra preferida! Rs).
4)    Elabore um plano de realinhamento da sua trajetória. Apenas uma listinha de coisas a fazer para alcançar esses objetivos traçados.
5)    Certifique-se de que seus planos são de fato os melhores para seu futuro... não é porque você descobriu como sair da sua zona de conforto que vai sair arriscando medidas sem refletir sobre suas consequências.
6)    Não pense nas dificuldades. Pense nos objetivos!


O MAIS IMPORTANTE AQUI É NUNCA SE LIMITAR, EM RAZÃO DAS LIMITAÇÕES QUE ACREDITA TER!!


Se Deus está com você tudo vai dar certo!

Afinal... NÓS SOMOS SIM SUPER MULHERES!

terça-feira, 15 de setembro de 2015

O que é compliance ?????

Oi galera,

Já publiquei esse texto antes em uma rede social, mas,nos dias atuais, é um texto que vale a pena compartilhar de novo.

Nos dias atuais, em que "corrupção" é quase uma palavra comum no nosso dia a dia, será que somos diferentes? Será que podemos mesmo entrar em defesa do certo? 



Minha mãe perguntou: “Filho o que é compliance?”
Final de aula sempre é interessante, o intervalo então nem se fala, e outro dia destes um aluno me contou que sua mãe havia perguntado a ele o que era compliance, afinal muita gente está falando sobre isso, e ele respondeu de uma forma simples e objetiva: “Mãe, compliance é não atravessar fora da faixa de pedestres, é não andar pelo acostamento, é não estacionar na vaga de cadeirante ou de idoso, sem que você faça parte destes grupos, é não comprar CD pirata e é devolver o troco quando lhe dão a mais.”
Achei fantástica a forma e mais surpreendente a resposta dela: “Então quer dizer que temos que fazer a coisa certa, não é filho?”.
Será que realmente as pessoas entendem o que é estar e ser compliance? Não podemos ser meio éticos, não podemos ser meio honestos, a questão de ética segundo algumas pessoas, é aquilo que fazemos quando os outros estão vendo e caráter é aquilo que fazemos quando ninguém está vendo.
Agora por que é tão difícil implementar a gestão de compliance? Simplesmente porque as pessoas não entendem que devemos fazer o que é correto, sem desvios de conduta e processos. Legislação temos, mas sempre encontram uma forma de burlar, afinal existe a lei seca, mas a pessoas bebem, existe a legislação tributária, mas as pessoas sonegam, existe a legislação societária, mas os balanços são fraudados, existem peritos, mas os laudos são fraudados, entre outros.
É verdade que temos muita gente honesta, mas neste mundo em que vivemos, ser honesto é estar fora da curva, é quase ser um E.T., isso mesmo um extraterrestre.
Quando me falam sobre a Lei sobre Práticas de Corrupção no Exterior (termo em inglês: Foreign Corrupt Practices Act – FCPA) ou lei norte-americana sobre crimes de evasão de divisas, a tal lei de conformidade tributária para contas estrangeiras (termo em inglês: Foreign Account Tax Compliance Act – FATCA) ou Lei 12.846/12, conhecida como Lei Anticorrupção, Lei 12.683/12, a lei de prevenção à lavagem de dinheiro – vide os últimos escândalos do doleiro Alberto Youssef que movimentou milhões através de TED’s em instituições financeiras – entre outras, agora vem a pergunta, porque mesmo com tanta legislação, os problemas acontecem?
Implementar normas, procedimentos, metodologias, monitoramento, sistemas, comitês, código de conduta e ética, são algumas das funções da gestão de compliance, mas as pessoas devem e necessitam entender que as regras devem ser cumpridas, e devemos estar em compliance seja na vida pessoal, familiar ou na profissional, esta última a cada deslize causa danos que em certos casos são irreparáveis. Portanto #pensenisso. * Marcos Assi 
#pensenisso
#ficaadica


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Suco detox... Sinal verde para a saúde



A pedido das minhas amigas Andreia, Eliana e Adriana ai vai minha receitinha do suco verde... Altamente detox

Ingredientes:
500ml de água gelada
02 rodelas grandes de abacaxi
½ maça
3 folhas de couve
10 folhinhas de hortelã
1 pedaço pequeno de  gengibre

Esses ingredientes fazem 500ml de suco e você pode incluir várias outras frutas para dar ainda mais gostinho como morango, laranja ou até limão. Você também pode substituir a água por água de coco ( isto é opcional mas é legal pra variar) ...

Basta bater tudo no liquidificador e adoçar com umas 8 gotinhas de adoçante (não é preciso coar). Não se assustem, eu garanto que não fica com o gosto forte da couve.

A couve é fundamental na receita viu gente... nada de regular as folhinhas... Esta hortaliça é anti-inflamatória, cicatrizante e ajuda a fixar o cálcio nos ossos. Além disso, a couve é ótima no combate à celulite, desintoxica, e também ajuda a eliminar a gordura. O gengibre é uma especiaria termogênico (ou seja, algumas pitadas bastam para acelerar o metabolismo). A Hortelã ajuda no fortalecimento dos órgãos digestivos e auxilia em uma digestão eficiente. O abacaxi contém uma grande quantidade de vitaminas e minerais, tais como a Vitamina A, Vitamina C, Vitamina B, Zinco, Magnésio, Fósforo, Cálcio e Ferro.

Eu monto os kits completos em saquinhos plásticos e congelo, assim fica bem mais rápido bater o suco de manhã e não me atrasar.

A hora de tomar vai depender muito do seu objetivo, como não sou nutricionista não vou dar dicas para seu cardápio, mas pode acreditar, o suco verde vai super bem de manhã e também nos lanches da tarde.



Fica a dica!!!

terça-feira, 8 de setembro de 2015

O fim da licença maternidade... Vai ficar tudo bem!!

   Hoje foi dia de retornar ao trabalho após quatro meses de licença maternidade... 


Parecia até o primeiro dia de aula no ensino fundamental (vocês se lembram?? Rs), voltar a trabalhar depois de meses de dedicação quase que exclusiva à minha casa e minha família.

Toda mãe gostaria de ter a oportunidade de ensinar aos seus filhos todas as coisas boas que sonhamos para eles.  Eu tinha minhas opiniões sobre a criação dos filhos não ser assim tão influenciada pela ausência da mãe, muitas delas foram substituídas pelas lições aprendidas com a Laura e o Miguel nestes quatro meses, outras ficaram fortalecidas pelo exemplo de meus filhos.

Quando eu ganhei a Laura, tive a sorte de conseguir ficar 06 meses só com ela, naquela época, voltar ao trabalho foi assustador, primeiro porque ela era minha primeira filha, só mamava, eu quase que não fiquei longe dela no período da licença inteira enfim... meu coração eram só caquinhos (rs). Mas no final das contas, todos sobrevivemos... Menos de três anos depois veio o Miguel, dessa vez, só quatro meses para me organizar com dois filhos. Mesmo assim,  dessa vez eu já estava bem mais experiente (rs). Com o Miguel eu não tive as mesmas preocupações que tive da primeira vez, mesmo sendo somente 04 meses me senti muito segura na hora de deixá-los.

Claro que eu sei que ter a mãe em casa traz inúmeras vantagens para a criação dos filhos (eu posso testemunhar isso, várias coisas que não conseguimos fazer com a Laura em 02 anos, eu consegui em 04 meses, como fazer ela parar de chupar o dedo, dormir a noite toda na cama dela, regular o horário do sono para estar na cama antes das 21h, etc.). Claro que eu concordo que ninguém melhor para criar os filhos do que os pais! Mas mesmo com tantos argumentos e tantas pessoas tentando colocar na nossa cabeça que nada como ser mãe em tempo integral, eu acho que nada é assim tão cartesiano.

Eu não posso dizer que voltei a trabalhar só por necessidade (embora pagar as contas seja um excelente argumento). Eu amo meu trabalho e minha carreira, e eu realmente acredito que sou uma mãe melhor se for uma pessoa realizada, um ser humano útil e feliz.

O que eu diria para outras mamães que estão se preparando? - Evite a culpa e tome decisões seguras! Lembre-se de outras discussões que já tivemos aqui... para ser uma boa mãe, você precisa estar feliz!

A Bíblia tem muitas instruções sobre o papel da mulher. Paulo nos dá instruções até demais (rs) sobre como uma jovem esposa deve ser treinada. Provérbios fala da "mulher virtuosa". Esta mulher trabalha duro para cuidar de seu lar e manter sua família em ordem.  A motivação dessa mulher é importante porque suas atividades são um meio para alcançar seu objetivo final, não um objetivo em si. Eu não acredito que sou menos sábia porque quero trabalhar fora, acredito que minha obrigação principal, que é um prazer e uma alegria para mim é garantir um lar amoroso e cuidadoso para meus filhos e isso inclui ter condições de garantir até a ajuda no sustento deles.

Desde que o Miguel fez dois meses eu tive a ajuda de uma pessoa que daqui para frente ficará com eles, assim, ele teve muito tempo para se acostumar com ela. Também tenho que reconhecer que meu esposo me ajuda muuuuito (algumas das atividades extracurriculares deles serão assumidas pelo papai).  Para amenizar o impacto da distância, eu exercitei por alguns dias alternados deixá-lo por momentos, minutos ou horas com outra pessoa. Como também não deixei de estudar, desde o primeiro mês, ele ficava com o pai e a irmã nas noites em que eu ia para a faculdade.  Enfim... dessa vez, tanto eu quanto ele já estávamos preparados.

Vou até admitir que deu uma dorzinha quando soube que ele passou o dia bem, nenhum episódio de saudade rsrs, mas passou quando eu o peguei  e ele abriu a boquinha com um lindo sorriso de reconhecimento... eu soube que ele vai ficar bem... eu vou ficar bem... todos ficarão bem (rs).

Não! Eu não estou dizendo que você precisa trabalhar fora para se sentir realizada. Conheço algumas mamães que defendem fervorosamente a profissão de mãe em tempo integral. O que estou dizendo, é que as mamães não devem ser julgadas por estarem dispostas a serem mães, esposas e profissionais. Existe muito de necessidade nesta decisão, mas também existe muuuuito de auto realização.

Hoje, muitas pessoas me perguntaram como foi deixar meu Miguelzinho em casa. Não sei bem qual resposta dar para essa pergunta, mas graças a Deus, meu coração está tranquilo com a sensação de que não estou fazendo nada de errado.

Eu dou graças a Deus porque um dia minha mãe abriu mão de uma carreira (ela era professora e foi inclusive minha professora na quinta série rs) para cuidar de mim e de minhas irmãs. Sinto muito orgulho dela e com certeza almejo ser para meus filhos uma mãe tão boa quanto ela é... mas... em outro cenário. Neste cenário atual, eu trabalho fora, e continuarei fazendo das tripas coração para chegar em casa e me jogar no chão com os dois rs.

O mais importante... se você é uma mamãe como eu, e deseja ou precisa retornar ao mercado de trabalho depois dos filhos, saiba que o primeiro passo é abrir mão de toda a culpa. Avalie com cuidado sua decisão e se, você decidir que precisa sair, fique tranquila. Todos vão ficar bem!

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Crianças Francesas não fazem manha



Galera, eu prometi que quando acabasse de ler eu ia dizer minha opinião sobre o livro “Crianças Francesas não fazem manha”.

Pra começar, eu confesso que no inicio da leitura eu esperava um manual bem besteirol sobre educação dos filhos (esses livros são um pouquinho chatos não é mesmo?? ), tenho que confessar que só comprei o livro porque fiquei bem curiosa com o título rs. Mas eu estava enganada, então eu super indico a leitura!

O livro na verdade é um relato sobre a experiência da jornalista americana Pamela Druckerman, que se casa com um comentarista esportivo britânico e ambos vão morar em Paris. Pamela engravida da sua primeira filha e começa um longo estudo sobre a cultura francesa para criação dos filhos, e com sua segunda gravidez, e chegada de gêmeos (um choque), ela encontra material suficiente para escrever esse  best seller.

Embora eu tenha ouvido algumas críticas não muito positivas, acho que a decepção vem para quem espera encontrar no livro uma receita para criação de filhos. Definitivamente não é isso. Ela não propõe nada, apenas relata o dilema das diferenças culturais que ela enfrenta ao tentar criar filhos americanos em uma cultura francesa ou filhos franceses sendo ela americana.
Ao longo dos capítulos, encontramos uma leitura divertida, criativa e bem sutil que fala sobre os hábitos de sono, creche, alimentação, educação, casamento (depois dos filhos), autoridade e independência dos filhos, etc.

Na comparação, a autora também não defende integralmente o modelo de educação francesa, ela circula entre técnicas que tenta copiar e outras que ela não adota por diferentes motivos. Também é importante dizer que na minha conclusão... criar filhos na França deva ser realmente mais fácil, afinal, o governo oferece todo tipo de apoio que envolvem creches de alta qualidade, babás pagas, outras opções de cuidado infantil, escolas de nível acadêmico, saúde pública de qualidade, etc. (Assim facilita não é mesmo??)

As mulheres francesas engordam menos durante a gravidez, amamentam menos, são menos paranoicas com o que pode e não pode fazer durante a gestação e a criação de seus filhos, se cuidam mais, estabelecem melhores limites. Enfim (eu também tenho que confessar que comparando as duas culturas, eu me senti mais francesa do que americana rs, cheguei a pensar que Paris tem muito mais a ver comigo rs).

Enfim... mas eu não quero usar esse post para contar sobre o livro (Indico que leiam rs). Quero falar sobre alguns pontos que me chamaram muita atenção. São pontos que eu acredito, serem fundamentais para criar bem os filhos.

1)    Importância de priorizar o convívio familiar. Um dos relatos da Pamela, foi sobre a cultura Francesa que prioriza as refeições em família. O texto é embasado em uma pesquisa da Unicef. Segundo essa pesquisa 90% dos jovens franceses de até 15 anos, fazem a principal refeição do dia, à mesa com os pais várias vezes na semana (Em países como os Estados Unidos e o Reino Unido esse percentual não chega a 67%, e nem vou falar sobre os resultados no Brasil L). Além disso, ainda na infância, as crianças são ensinadas a passarem um tempo produtivo com seus pais (cozinhando por exemplo).

2)    Não se pode ser só mãe. Não se pode deixar de ser mulher, de ser bonita, de ser esposa, de ser adulta, de ter um momento para você... enfim... as mães francesas não podem ser identificadas só pela maternidade, elas trabalham o equilíbrio da vida profissional, conjugal, individual e maternal.

3)    Não se pode viver em função dos filhos. Segundo Pamela, os pais franceses deixam os filhos com as avós ou babás para irem jantar, ir ao cinema ou viajar e fazem tudo isso sem sentir culpa. As crianças são incentivadas a serem independentes e isso, sem dúvida, ajuda bastante no relacionamento dos pais.

4)    Se você deixa seu filho mandar, só cabe a você obedecer! Ser dengoso e até teimoso é algo natural do ser humano, as crianças tem na sua natureza a tendência a lutar pelo atendimento de seus desejos, se você ensina-os que vai ceder a qualquer um deles, não conseguirá voltar atrás depois e convence-los de que é você quem manda.

5)    Tudo pode ser ensinado a uma criança enquanto ela é criança. A hora de dormir, o que comer ou até como se comportar são coisas que você deve ensinar desde cedo aos seus filhos. Nãos e engane, você não poderá convence-los quando grandes se não os ensinou quando eram pequenos.

6)    Não existe mãe perfeita! Como eu já disse antes aqui (Se você ainda não leu, sugiro a leitura do post http://sobresersupermulher.blogspot.com.br/2015/07/se-sentir-cansada-te-leva-se-sentir.html ). Nem vou fazer nenhum outro comentário rs.


Então, eu gostei muito do livro (queria ter lido antes rs), claro que não concordo com muuita coisa da cultura francesa e também não pretendo seguir os padrões americanos na criação dos meus filhos. Bom mesmo, é seguir o modelo bíblico e ensinar nossos filhos no caminho em que devem andar, para que... quando forem grandes, não se desviem dele!

Concluindo... eu indico a leitura do livro sobre essa ótica (não é um manual de instruções). Veja o que vocês gostariam de aproveitar (afinal... nada se cria rs).

#sobresersupermulher